Capacidade para desenvolver produtos com até 100% de matéria-prima reciclada — de formulações híbridas ao conteúdo totalmente reciclado, quando a aplicação permitir.
A confusão entre os dois é comum — e cara, porque eles contam de forma diferente na meta do seu cliente e no seu relatório.
Material que já cumpriu sua função, foi descartado por quem usou e voltou ao ciclo produtivo. É o reciclado que retira resíduo do meio ambiente — e o que a maioria das metas de sustentabilidade exige nominalmente.
Sobra de processo produtivo que retorna ao ciclo antes de chegar ao consumidor. Tem origem mais controlada e desempenho mais previsível, mas não conta como pós-consumo em muitos relatórios.
Trabalhamos com os dois. Qual entra no seu projeto depende dos requisitos técnicos da aplicação e do que a sua meta precisa demonstrar. Essa conversa vem antes da cotação.

Declaração sem documento é discurso. Por isso cada lote sai acompanhado do papel que sustenta a afirmação.
Composição e características técnicas do produto fabricado para o seu projeto.
Origem do material utilizado no lote, para verificação e auditoria.
Documentação do ciclo de retorno do material que alimentou a produção.
Dessa forma, é possível garantir maior transparência sobre a composição, a origem e a rastreabilidade dos materiais utilizados — e usar esses dados nos seus próprios relatórios.
PCR é a resina de origem pós-consumo: material que já cumpriu sua função, foi descartado e voltou ao ciclo. PIR é a resina de origem pós-industrial: sobra de processo produtivo que retorna antes de chegar ao consumidor. As duas reduzem a demanda por resina virgem, mas contam de forma diferente em relatórios e metas de sustentabilidade.
Sim, quando a aplicação permitir. Temos capacidade para desenvolver produtos utilizando até 100% de matéria-prima reciclada PCR ou PIR, dependendo das características, requisitos e aplicação de cada projeto.
Os lotes contam com ficha técnica, documentação de rastreabilidade e documentação da logística reversa, garantindo maior transparência sobre a composição, a origem e a rastreabilidade dos materiais utilizados.
Sim. É exatamente para isso que a documentação existe: para que a informação sobre composição e origem do material possa ser utilizada pelo cliente nos próprios relatórios e prestações de conta.
Não. A viabilidade depende dos requisitos técnicos da aplicação. Por isso trabalhamos com formulações híbridas: quando 100% não é possível, definimos o maior percentual que a aplicação suporta sem perda de desempenho.
Dimensão, espessura, formulação, conteúdo reciclado, proteção UV, cor e impressão são definidos por projeto — não por catálogo.